Primeiros experimentos da técnica de Xerogravura com caneta permanete em tecido.
Formas, cores, sonhos, saudades, conversas, amores, aflições, poréns, possibilidades e afins.
sábado, 21 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Xerogravura com Caneta Permanente e Carbonografia.
Experimentos feitos em aula, usando as técnicas de Xerogravura com Caneta Permanente e Carbonografia.
Fase de cores, traços, conceitos e descobertas.
domingo, 15 de abril de 2012
Técnica em Acetato.
Para a realização da técnica em acetato usamos detergente transparente e plástico de transparência.
Com o uso das digitais, os trabalhos abaixo foram realizados com tais materiais e após o término, editor de imagens.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
I Coletiva de Gravura.
Trabalho feito em aula usando digitais, realizado na Oficina de Gravura da Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior (Escola de Artes Friz Alt) de Joinville/SC.
Participantes: Solange Prata, Otávio Patrício Netto e Lulu Penteado.
Orientação: Daniele Rieper.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Ténica de Xerogravura.
Trabalho produzido usando a tecnologia de máquinas copiadoras. O processo, denominado eletrofotográfico, é obtido pela projeção da imagem sobre a superfície carregada de eletrecidade estática. A ação da luz muda essa carga, determinando a propriedade de atração sobre o pigmento em pó (toner) que tem carga oposta.
Pulverizado sobre a superfície, o toner repete o padrão da imagem original e é transferido por contato à folha da cópia (em algumas máquinas o próprio papel recebe a carga). A imagem é fixada por fusão do toner em alta temperatura. O uo desse processo popularizou-se na década de 70, com o advento das máquinas automáticas de alta produção. A palavra xerox deriva da marca comercial precursora e foi adotada universalmente como substantivo denominativo para a técnica.
Os trabalhos abaixo trazem essa técnica como referência, porém com a utilização de jornais. terça-feira, 3 de abril de 2012
Van Gogh, a Tragédia e a Cor.
Era uma manhã quente do verão de 1888 em Arles, sul da França. O sol quente e a luz mediterrânea que atraíram tantos pintores também trouxeram aquele artista, que carregando um cavalete, telas e tintas caminhava pelos campos à procura não da bela paisagem, que se mostrava benevolente, mas da emoção, da cor. Esse homem veio do norte, da pequena cidade holandesa de Grootzundeter, onde nasceu em 1853. Em sua vida estiveram presentes sempre, dualidades extremas, a tragédia e o maravilhoso. A tragédia na sua história pessoal, o maravilhoso na expressão da sua arte.
Exterior de Café, à Noite, na Place du Forum em Arles- Van Gogh.
O amarelo avermelhado faz contraste com o azul escuro da noite. A luz e a cor no amarelo e o brilho das estrelas fazem a atmosfera emocionante desse quadro.
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Café em Arles - Foto do Autor - Uma tarde em Arles em 2007.
Fonte: Artes by Naturale.
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domingo, 1 de abril de 2012
Gravura Digital: Técnica de Monotipia.
Somos todos e ninguém.
O que arranca e o que planta.
O que colhe e o que mata.
O ensolarado e o nublado.
O que brinca e o que xinga.
Somos todos e ninguém.
Só, só, só... Somos!
Vivo e morro todos os dias.
Calmamente angustiada...
Agoniada de calmaria.
Simples assim!
De fato assim!
Bem assim.
O que arranca e o que planta.
O que colhe e o que mata.
O ensolarado e o nublado.
O que brinca e o que xinga.
Somos todos e ninguém.
Só, só, só... Somos!
Vivo e morro todos os dias.
Calmamente angustiada...
Agoniada de calmaria.
Simples assim!
De fato assim!
Bem assim.
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